A Obscena Senhora D

A Obscena Senhora D

Hilda Hilst / Aug 22, 2019

A Obscena Senhora D Logo nas primeiras linhas de A obscena senhora D o leitor aspirado pela voracidade do texto No entanto o que ocorre aqui diferente daquele impulso comum em livros de suspense que nem o sono consegue

  • Title: A Obscena Senhora D
  • Author: Hilda Hilst
  • ISBN: 9788579492815
  • Page: 267
  • Format: Hardcover
  • Logo nas primeiras linhas de A obscena senhora D o leitor aspirado pela voracidade do texto No entanto, o que ocorre aqui diferente daquele impulso comum em livros de suspense, que nem o sono consegue deter O mist rio na obra de Hilda Hilst 1930 2004 n o acontece na trama, mas na forma como sua escrita nos lan a num abismo, arrasta como uma vertigem Se o princ pioLogo nas primeiras linhas de A obscena senhora D o leitor aspirado pela voracidade do texto No entanto, o que ocorre aqui diferente daquele impulso comum em livros de suspense, que nem o sono consegue deter O mist rio na obra de Hilda Hilst 1930 2004 n o acontece na trama, mas na forma como sua escrita nos lan a num abismo, arrasta como uma vertigem Se o princ pio sugere um mon logo, a multiplica o de vozes e de registros que v m em seguida impede a certeza na unidade de algu m que narra A letra D no t tulo outra manifesta o desse mist rio, uma indetermina o que sugere experi ncias de desamparo, desaparecimento, desabrigo ou at mesmo Deus O fluxo quase irracional das frases, as anomalias gramaticais, o modo spero com que a autora funde o sagrado e o profano podem dar a impress o de um livro dif cil, daqueles que a maioria desiste antes do fim Ao contr rio destes, por m, A obscena senhora D dif cil de fechar Quando acaba, d vontade de recome ar para sentir tudo de novo.C ssio Starling CarlosCr tico da Folha

    Travesso S Portugus Fonologia, Sinais de pontuao Travesso O travesso um trao maior que o hfen e costuma ser empregado No discurso direto, para indicar a fala MELHORES OBRAS DA LITERATURA BRASILEIRA Esta obra est licenciada sob uma Licena Creative Commons.Voc pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crdito ao autor original Autor Goulart Gomes.Voc no pode fazer uso comercial desta obra. Blog da Companhia das Letras Inspirado no romance de James Baldwin, o filme de Barry Jenkins foi indicado como Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Trilha Sonora. Feliz Ano Novo Wikipdia, a enciclopdia livre Feliz Ano Novo um livro de contos de autoria do escritor brasileiro Rubem Fonseca, publicado em .O livro se tornou um best seller imediato, mas suas narrativas de sexo, violncia e conflito entre classes sociais levaram a obra a ser proibida pela censura do regime militar Carajo , la enciclopedia libre La antigedad del trmino carajo no ofrece dudas, ni tampoco su caracterizacin vulgar y obscena, patente ya en el primer registro documentado del trmino en lengua romance aunque indirectamente en un privilegio otorgado al monasterio de San Pedro de Roda datado en , nota donde se registra un mons Caralio, cuyo nombre haba sido evitado algunos aos antes en una donacin al Capitulo AMEN CAPTULO VIII Os ltimos Tempos CVIII Histria Geral dos ltimos Tempos at os nossos dias CVIII As Grandes Revolues ateias e as guerras CVIII As doutrinas ateias do comunismo CVIII As doutrinas manicas e a destruio da Eucaristia CVIII Apostasia CVIII Aparies e Mensagens Divinas, Almas Vtimas Juliano Cazarr Wikipdia, a enciclopdia livre As referncias deste artigo necessitam de formatao desde abril de Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referncia ao ttulo, autor, data e fonte de publicao do trabalho para que o artigo permanea verificvel no futuro. Salmo O Senhor meu Pastor, nada me faltar Uma frmula para o pensamento Um pastor recebeu a visita de um homem que admira muitssimo Ele comeara a trabalhar em uma certa empresa, muitos anos atrs, exercendo uma funo inferior, mas com muita vontade de vencer. Hugo Som BIS A Idade Da Luz A Palavra Coracao A Qualquer Tempo Adoraveis Criaturas Alem Paraiso Amor Virtual Anoitecer Deserto

    • [PDF] ✓ Free Download ☆ A Obscena Senhora D : by Hilda Hilst ✓
      267 Hilda Hilst
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      Posted by:Hilda Hilst
      Published :2018-010-01T11:21:32+00:00

    About "Hilda Hilst"

      • Hilda Hilst

        Hilda de Almeida Prado Hilst, widely known as Hilda Hilst Ja , April 21, 1930 Campinas, February 4, 2004 was a Brazilian poet, playwright and novelist, whose fiction and poetry were generally based upon delicate intimacy and often insanity and supernatural events Particularly her late works belong to the tradition of magic realism.In 1948 she enrolled the Law Course in Faculdade de Direito da Universidade de S o Paulo Largo S o Francisco , finishing it in 1952 There she met her best friend, the writer Lygia Fagundes Telles In 1966, Hilda moved to Casa do Sol Sunhouse , a country seat next to Campinas, where she hosted a lot of writers and artists for several years Living there, she dedicated all her time to literary creation.Hilda Hilst wrote for almost fifty years, and granted the most important Brazilian literary prizes.


    839 Comments

    1. A obscena senhora D é um livrinho que começa por parecer-nos meio destrambelhado mas que aos poucos vai seduzindo e tomando conta de nós.A senhora D - de Derrelição, (bendito dicionário ) bem podia ser, Desânimo, Desamparo ou Desespero - é uma mulher de 60 anos que perdeu o amante, e decide refugiar-se no vão das escadas e dar início à sua loucura, para deleite - ou susto - da vizinhança.Ali começa um monólogo despudorado num caótico e delicioso fluxo de pensamentos. Escrito de fo [...]


    2. I don't understand the body either, that caltrop, nor the bloody logic of days, nor the faces that stare me down in this village in which I live, nor what are a house, a concept, what legs are, what is coming and going, toward where and what, Ehud, what these old women are, the howls of childhood, these spent men, what do the fools think of themselves, the children, what is thinking, what is clarity, the sonorous, what is sound, a trill, a cry, a howl, what's a wing uhn?People who talk of the 'm [...]


    3. Holy Mary, yes. A long story about a woman who, for fairly obscure reasons, hides under the stairs and wears crazy masks? Whose husband is disturbed by this, but stays by her? It sounds ridiculous, but is in fact heartbreaking, fascinating, and hilarious, kind of like Thomas Bernhard if he was more imaginative (i.e if he had any imagination at all). Hilst takes on small issues like, you know, god and existence and evil and madness and love, without ever seeming like she's avoiding more concrete [...]


    4. Uma leitura rápida, mas nem por isso cativante o suficiente.O texto fragmentário torna-se por vezes impeditivo de sentirmos a proximidade das vozes da narrativa, embora os apontamentos poéticos acabem por equilibrar essa dança entre a proximidade e a distância. A desconexão das "cenas" contrapõe-se à crueza da linguagem utilizada que convoca a conexão do todo, um todo composto de perplexidades e angústia. Apesar de não ter "encaixado" completamente nesta leitura, compreendo a importâ [...]


    5. Alex Estes has written a really wonderful review of Hilst's novel for Full Stop, one in which he views this first publication of her work in English as "the literary miracle of 2012."Estes's positioning of Hilst's work in the context of Hélène Cixous's notion of l'écriture féminine is spot-on. In Hilst's prose, reality is blurred with madness; the pious is conflated with the impious; and love, grief, and mourning are emotional states that cause profound meditations on individuality—as well [...]



    6. This is the 1st book read for the latin-american literature month Though it only starts in March, there are many books that I want to read in March that are big and complex (like Rayuela) which will take quite a bit of my time So I am starting to read some of the books, and this is one of them.I won't promise I'll review all the books of March, but I'll tryE OBSCENE MADAME D, by HILDA HILST The reason why I recommend for readers and lovers of Joyce it is because of the writing techniques Though [...]



    7. youtu/LCkORttbGvUPara (não) compreender a confusa condição humanaLEITURA OBRIGATÓRIA!!!"Vi-me afastada do centro de alguma coisa que não sei dar nome, nem porisso irei à sacristia, teófaga incestuosa, isso não, eu Hillé também chamada por Ehud A Senhora D, eu Nada, eu Nome de Ninguém, eu a procura da luz numa cegueira silenciosa, sessenta anos à procura do sentido das coisas. Derrelição Ehud me dizia, Derrelição – pela última vez Hillé, Derrelição quer dizer desamparo, aban [...]


    8. This is really interesting. And unique. Reminds me a bit of Duras . . . a schizophrenic Duras. I'm not sure I completely understand this on my first reading, but there are a lot of great parts, such as the litany of curses Hille (aka Madame D) yells at her neighbors ("pig's woody," "cow's cunt") and this bit about trying to understand the body (the whole book is like an existential nightmare of trying to understand life and the relationship between body and self and other):"Animals, say, why do [...]


    9. Everything falls apart to come back alive and then die again. I love this book and am so happy to have learned of Hilda Hilst.


    10. This was both weird and wild. Like if Charlotte Perkins Gilman possessed James Joyce, read "Wetlands," and then re-wrote "The Yellow Wallpaper" but set in Brazil. Whoa.


    11. Wowis is a powerful piece of one of my favorite writing styles: the self-conscious stream of consciousness novel of reflection; The Obscene Madame D is a short, mad, sexy, shocking, brilliant look into the mind and life of the narrator, Hille (maybe it's Hilst's alter-ego, the introduction alludes) with her husband, Ehud, their passionate conversations and her experiences in the village where she lives . . . Right after finishing I was reminded of the same sense of absolute amazement I felt when [...]



    12. O livro é constituído por fluxos de consciência, pensamento, entremeados com conversas/pensamento de Hillé, a obscena senhora D. (de derrelição: abandono; desamparo) com seu falecido amante/marido. Nada é certo, nem mesmo a vida. E nos fluxos e refluxos é que a obra se torna tão interessante, mesmo se a leitura parece difícil, faltam indicações de falas, de quem fala, de quando fala, mas são essas outras forças do texto."e o que foi a vida? uma aventura obscena, de tão lúcida."


    13. A few days ago, I went to my friend's house and there was a copy of this book. For some reason that I don't know at all, I took it up and started rereading it. That was probably one of the wisest choices I've made that day, because by reading HH, you feel something only few writers can provide.Her writing style may seem weird at the beggining, but once you get used to it, it feels like you've been absorbed by the book and led to a world of fully awareness of how the language can work and how tra [...]


    14. Sem palavras. Livro incrível, pra ler de um fôlego só. “um dia me disseram: as suas obsessões metafísicas não nos interessam, senhora D, vamos falar do homem aqui e agora. que inteligentes essas pessoas, que modernas que grande cu aceso diante dos movietones, notícias quentinhas, torpes, dois ou três modernosos controlando o mundo, o ouro saindo pelos desodorizados buracos, logorreia vibrante moderníssima, que descontração, um cruzar de pernas tão à vontade diante do vídeo, alma [...]


    15. Madame D, who locks herself away under the stairs like a eremite retired to a cave, is possessed, haunted, infested with metaphysical terrors. This extremely compelling and bizarre novella skitters around between voices and vices in search of big answers, none of which are forthcoming. It's a work that demands multiple readings, I think, and is not for the faint of heart, as much attention is given to the putrescence of the physical--fucking, that is. (Or if you suffer more from metaphysical ter [...]


    16. A close friend of one of my favorites, Clarice Lispector, Hilst isn’t a far cry from the fragmentary, mutative mindset of that relation. This brief 57-page meta-monologue is stuffed to the gills with ideas of madness from a mind you actually want to see run rampant. It gushes in a somehow more intimate and raving Beckett-ian mode. I wish there were a shitload of little shattering novellas like this everywhere, available in gas stations, as a drug.


    17. Não pactuo com as gentes, com o mundo, não há um sol de ouro no lá fora, procuro a caminhada sem fim ().Que escrita maravilhosa, com tantos recursos literários. Hilda Hilst sempre me surpreende.


    18. "D de Derrelição, ouviu? Desamparo, Abandono, desde sempre a alma em vaziez, buscava nomes, tateava cantos,vincos, acariciava dobras, quem sabe se nos frisos, nos fios, nas torçuras, nofundo das calças, nos nós, nos visíveis cotidianos, no ínfimo absurdo, nosmínimos, um dia a luz, o entender de nós todos o destino, um dia voucompreender, Ehud"************"Também não compreendo o corpo, essa armadilha, nem a sangrenta lógica dosdias, nem os rostos que me olham nesta vila onde moro, o [...]


    19. Uma vez falei pra um amigo meu que temos dois HH's de entendimento árduo na língua portuguesa, que não é qualquer um que consegue ser apetecido à primeira leitura pela obra desses dois escritores, que são o Herberto Helder e a Hilda Hilst.Pois bem, esse mesmo amigo tentou me ajudar começar a ler Hilda. Me emprestou um livro, acho que era o Cartas de um Sedutor, mas não me fisgou. Fiquei descrente, achando que eu ia demorar uns bons anos pra conseguir destilar a escrita dessa mulher na mi [...]


    20. Una novela corta escrita como poesía. Hila sabe dónde poner cada una de las palabras que usa. No esperen una puntuación convencional. El cambio de la voz narrativa es una de las novedosas particularidades que la autora maneja con genialidad. Es una novela que pide que el lector esté atento; el argumento es simple: una señora conversa con tres personas a la vez (ésta es una interpretación): su padre, Dios (dios) y su esposo muerto. La imposibilidad del diálogo, la palabra, los hechos fort [...]


    21. Há tempos ouvia falar dessa Hilda Hilst, mas nunca tive paciência de ir atrás, principalmente por preconceito com relação ao fluxo de consciência, essa técnica usada ao excesso, e muito mal, na maioria dos casos. Mas tive uma grata surpresa.Pra quem não está acostumado com fluxo de consciência, o livro não vai ser tão fácil. Ainda assim, comparado com, por exemplo, Ulisses, é café-com-leite.Enfim, quem se aventurar vai ter sua recompensa, pois o livro é bom e impressiona ("Nossa, [...]


    22. I don't really know how to begin to explain this book.It's not poetry and it's not prose, it is something in between.There are passage that reduced me to tears with their beauty, and others that made me feel physically ill.The descent into madness is illuminated by flashes of awareness, time has no relevance.Amazing ans beautful




    23. Hm. Vou deixar aqui um trecho:Convém que sejam dois peixes de papel porque se recorta apenas um ele se desfaz mais depressa, já notei, será possível que até as coisas precisem de seu duplo? mais depressa no fosso se sozinhas?


    24. Hilda Hilst era simplesmente uma artista da palavra, e este livro é uma bela amostra disso. A maneira como a loucura e confusão de Hillé e as vozes de outros personagens contaminam a escrita é magistral. Recomendo uma leitura contínua e em voz alta, se possível.



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