Quase Memória: Quase Romance

Quase Memória: Quase Romance

Carlos Heitor Cony / Sep 22, 2019

Quase Mem ria Quase Romance Quase Mem ria marcou a volta de Carlos Heitor Cony fic o de forma consagradora depois de mais de vinte anos afastado da literatura A obra ganhou em os pr mios Jabuti de Melhor Romance e de Liv

  • Title: Quase Memória: Quase Romance
  • Author: Carlos Heitor Cony
  • ISBN: 9788571644878
  • Page: 171
  • Format: Board book
  • Quase Mem ria marcou a volta de Carlos Heitor Cony fic o de forma consagradora, depois de mais de vinte anos afastado da literatura A obra ganhou, em 1996, os pr mios Jabuti de Melhor Romance e de Livro do Ano, pela C mara Brasileira do Livro.Quase Mem ria o quinto livro de Cony que a Objetiva lan a desde julho de 2005, quando garantiu a exclusividade para relan amenQuase Mem ria marcou a volta de Carlos Heitor Cony fic o de forma consagradora, depois de mais de vinte anos afastado da literatura A obra ganhou, em 1996, os pr mios Jabuti de Melhor Romance e de Livro do Ano, pela C mara Brasileira do Livro.Quase Mem ria o quinto livro de Cony que a Objetiva lan a desde julho de 2005, quando garantiu a exclusividade para relan amento da obra completa do autor, assim como para o lan a mento de novos livros in ditos Ponto alto na produ o liter ria brasileira das ltimas d cadas, este romance explora o territ rio entre a fic o e a mem ria a partir das reminisc ncias do autor sobre o pai morto Nele, Cony mapeia minuciosamente a rela o pai e filho os sentimentos contradit rios, as alegrias e tristezas que n o se esquecem, o afeto incondicional e, acima de tudo, a cumplicidade.

    Marlia de Dirceu Tomas Antonio Gonzaga Tomaz Antonio Gonzaga Marlia de Dirceu PARTE I Lira I Eu, Marlia, no sou algum vaqueiro, Que viva de guardar alheio gado De tosco trato, d expresses grosseiro,

    • Unlimited [Poetry Book] ✓ Quase Memória: Quase Romance - by Carlos Heitor Cony ò
      171 Carlos Heitor Cony
    • thumbnail Title: Unlimited [Poetry Book] ✓ Quase Memória: Quase Romance - by Carlos Heitor Cony ò
      Posted by:Carlos Heitor Cony
      Published :2018-012-13T08:15:11+00:00

    About "Carlos Heitor Cony"

      • Carlos Heitor Cony

        Carlos Heitor Cony was a Brazilian journalist and writer He was a member of the Brazilian Academy of Letters Portuguese Academia Brasileira de Letras.


    303 Comments

    1. É um livro sobre saudades de casa e dos pais. Por muito tempo pode parecer uma apanhado meio solto de histórias com quê imaginativo, contados de uma forma que me lembrou minha família. Mas existe uma linha discreta alinhavando tudo, de forma que, no final foi um livro (até hoje o único) capaz de me arrancar lágrimas indiscretas (vulgo: chorei pra cacete).


    2. Só tenho uma coisa a dizer sobre esse livro: Homens não admiram mulheres, homens só admiram outros homens.


    3. No fundo acho que gostei do livro por me identificar com as manias e métodos do pai. Pode ser que também tenha identificado muitos de meus familiares e amigos mais queridos nos capítulos onde a narrativa mostrava como é bom ter amigos, como é bom estar presente perante à família.A verdade é que gostei mesmo do livro, pois me vi imerso nele. Imerso num mundo que aos poucos foi deixando de ser o mundo da história narrada pelo escritor e passando a ser meu próprio mundo.Aos poucos me lemb [...]


    4. É uma espécie de livro de memórias (ou quase), em que Cony é o narrador, tendo como foco a figura de seu pai, o também jornalista (obscuro) Ernesto Cony. Aliás, que figurinha carimbada. Pai amoroso e sempre presente, cheio de ideias mirabolantes, o autor traz ao leitor suas lembranças junto a ele, presença ostensivamente marcante.O livro se inicia com a entrega de um misterioso pacote a Cony que, apesar de não ter identificação traz todos os sinais de ter sido deixado pelo pai. O inus [...]


    5. Um livro que te faz refletir, principalmente sobre a relação que você possa ter com seu pai.Acredito que não seja um livro para qualquer pessoa porque a escrita do autor não é a melhor do mundo, mas acho que li o livro na época certa da minha vida.Gostei muito da leitura, tirei uma estrela porque acho que o livro tem MUITOS nomes de personagens que tanto faz, não precisava ficar repetindo tanto esses nomes.Não é um livro triste - nem feliz na verdade - é um livro somente sobre memóri [...]


    6. Uma história sobre a relação pai-filho. Um livro com uma escrita deliciosa, cheia de afeto, com trechos muito engraçados.


    7. Que livro bonito! As peripécias do Cony pai são engraçadíssimas. "Quase Memória" tem uma prosa certeira e cheia de afeto.


    8. minha mamis me indicou este livrinho, que ela leu nas férias e achou uma graça. pois bem -- achei uma graça, também! muito gostoso ler a maneira como o cony conta a sua história, intercalada à de seu pai -- e o livro trata disso, todinho ele: das memórias que o pai desperta no menino, e depois no adulto carlos. a gente termina a leitura querendo homenagear alguém querido assim: escrevendo nossas memórias com a pessoa amada


    9. Algumas boas risadas, um pouco de oportuna revisão da história republicana do Brasil - uma sucessão de golpes - e um razoável cansaço decorrente de inícios repetitivos de capítulos. Em suma, um quase bom livro.


    10. Li uma ou outra crônica de Carlos Heitor Cony. Esse é o primeiro romance que leio dele. Meio que uma mistura de crônica, antologia, ficção Acima de tudo é uma prazerosa e, porque não, cômica leitura.


    11. Conheci o Cony pela sua crônicas na Folha de São Paulo, agora lendo o seu primeiro romance a minha admiração pela forma poética como escreve só fez aumentar.


    12. Que maravilhosa essa quase memória. Cony faz com que fiquemos apreensivos com o tal do pacote recebido por ele, dez anos após a morte do pai, de maneira inusitada, mas, certamente, enviado pelo próprio pai. Numa dessas de ficar analisando o pacote, rememorando cheiros e estudando as técnicas de amarração do barbante, o autor, que é narrador e é personagem, nos faz conhecer seu pai, Ernesto Cony e as mais descabidas histórias. No capítulo 13, o Cony adivinhou meus pensamentos: eu estava [...]


    13. A pesar da escrita fluida e com dose certa de suspense e objetividade, considerando a proposta do livro, não foi uma leitura que conseguiu me prender ou me causar anseio para passar para o próximo capítulo Talvez boa parte das minhas impressões negativas tenham advindo do fato de que esse livro não era o tipo de leitura que eu estava precisando do momento em que o li, ainda não cabia em mim.Acredito que o livro tem que conversar com o leitor em vários aspectos e nada se compara à uma lei [...]


    14. o relato (ou memória, digo, quase) mais nostálgico, singelo e certeiro que eu já tive a honra de ler. depois do que pude perceber em 'O Crime e o Burguês', eu realmente não acredito que pudesse esperar que aquela constante aspereza nas páginas desse lugar a um silêncio de vozes dentro de um turbilhão de recordações. Muito feliz de ter dado de cara com esse livro bem agora, principalmente pelo modo como, nele, lidam-se com os fatos ocorridos já há muito. Não conheço outra referênci [...]


    15. Livro muito agradável de ler, quase um romance, quase uma coletânea de crônicas sobre a vida do pai (quase memória porque não necessariamente tudo é fato, algumas lembranças passaram a se confundir com as fantasias do pai). Cony reconstrói a imagem do pai através da crônica, mostrando a grandiosidade e heroísmo do pai em sua simplicidade e em suas peripécias. É um livro sobre infância, sobre a passagem do tempo, sobre relação de pai e filho, sobre saber envelhecer e viver. Muito [...]


    16. O livro conseguiu me tirar algumas boas risadas, mas infelizmente não prendeu minha atenção na maioria do tempo. Apesar de eu ter amado o pai do Cony e ter me identificado com ele em alguns pontos, a escrita das histórias me foi desinteressante em alguns momentos. Contudo, ficaram as boas sensações de se ler um filho que escreve uma quase memória tão despretensiosa e cheia de carinho e pelo pai.


    17. Quase Memória é uma linda (quase) homenagem: à memória, ao passado, mas principalmente a um pai. E é uma delícia ler as peripécias desse pai que “amanhã faria grandes coisas”. Eu me peguei rindo alto diversas vezes. Um livro muito gostoso de ler.


    18. Livro lindo. Carlos Heitor Cony mistura ficção e realidade para contar as peripécias de seu pai. Ri e me emocionei com a leitura. Me deu vontade de fazer um quase memória com histórias dos meus próprios pais.


    19. Um livro que conta lembranças e saudades de uma maneira leve e alinhada com sentimentos. Leve de ler, engraçado, profundo e acolhedor. Os relatos acabam trazendo ao leitor um alerta para estar mais atento aos detalhes do que vive, pois são eles que irão marcar a história de cada um num futuro.



    20. Só agora na avaliação vejo que terminei o livro em dois dias! E como faz com a saudade?? Leitura belíssima sim, o Brasil tem grandes escritores. Leitura que acrescenta. Uma lição de vida.



    21. "()Até que chegue o amanhã onde as grandes coisas são feitas""Amanhã farei grandes coisas!" e as avessas "Amanhã não farei mais essas coisas."





    22. Demorei um pouco em começar a gostar, mas houve um momento em que não deixava de pensar nas estórias barradas no livro. Muito legal.


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